Economia

Dia da Criança movimenta comércio

Consumidores têm três dias para fazer as compras e contemplar a garotada

Créditos: Luciane Eschberger Ferreira
Amália e Valentina gostaram das pelúcias que são personagens de TV - Luciane Eschberger Ferreira

Lajeado - As irmãs Valentina (6) e Amália (1 ano e sete meses) estavam encantadas ao percorrer os corredores de uma loja de presentes, no Bairro Florestal, ontem à tarde. A variedade de cores, formas e texturas chamava a atenção das meninas, que passeavam com a mãe, a bióloga Griciele Scherer. Os brinquedos, ao alcance das mãos, ganhavam toda a atenção das irmãs. A mãe conta que estavam olhando os presentes para Dia das Crianças e também para o aniversário de Valentina, que completa 7 anos amanhã.

O trio está entre os consumidores que movimentam o comércio desde a semana passada, conforme a supervisora de loja, Janaíne Bald. Segundo ela, o feriado na sexta-feira ajudou, assim as pessoas têm três dias para fazer as compras antes do dia 12 e depois do quinto dia útil, quando a maioria recebe os salários.
A loja na qual Janaíne trabalha está preparada para um grande fluxo de clientes, com estoques reforçados e muitas novidades. "Nos preparamos para vender 15% a mais que no ano passado", projeta. Para chamar a atenção da criançada, uma gôndola, logo na entrada, apresenta os lançamentos. E são muitos. "Este foi o ano que mais teve novidades em produtos", afirma Janaíne. Entre os mais procurados estão as linhas do Imaginex e Lego, para meninos, e kits das bonecas Polly e Lol Surprise, para as meninas. Os personagens de programas infantis exibidos na televisão estão entre as preferências das crianças, acrescenta ela. A mãe Griciele concorda. "O que elas veem na TV é o que querem ganhar."

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Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado, Heinz Rockenbach, os brinquedos são o carro-chefe nas vendas para o Dia da Criança. Entretanto, vestuário e calçados também têm boa procura. Para o comércio em geral, ele acredita que as vendas fique entre 2% e 3% a mais do que no mesmo período de 2017. "Todas as datas comemorativas este ano têm apresentado esse crescimento, compatível com a economia do país."

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