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Eduardo Shinyashiki e Arthur Bender inspiram propósitos e ações

Palestras de dois escritores lota a Soges em nova edição do Inspiração Cacis

Créditos: Rita de Cássia da Silva
Eduardo Shinyashiki e Arthur Bender - Meire Brod/divulgação

Estrela - A Câmara de Comércio, Indústria e Serviços promoveu na noite de ontem, na Soges, o Inspiração Cacis 2018 - que tem como objetivo promover encontros com propósito, trazendo pessoas que possam inspirar empreendedores e intraempreendedores. Nesta edição, o evento contou com palestras do consultor organizacional, escritor, conferencista nacional e internacional, Eduardo Shinyashiki. Ele também é especialista em Neurocoaching e Desenvolvimento das Competências de Liderança Organizacional, Educacional e Pessoal; e mestre em Neuropsicologia e Liderança Educadora. Shinyashiki falou sobre como transformar palavras em ações que gerem resultados positivos. "Uma das coisas mais importantes é que nós temos que ter domínio de pelo menos quatro competências na vida.
Entre elas, a comunicação, pois nenhum negócio se mantém se sem ela, e a capacidade de gerar relacionamentos.

"É preciso olhar as evidências, ser produtivo e criativo e saber conquistar o seu cliente; e fazer o que é preciso ser feito. Os cenários mudam e, quando isso acontece, é preciso mudar a forma de se posicionar. É estar atento e não acomodar-se", aponta.

Segundo o especialista, a mais importante e decisiva competência é a pessoal, da autoconfiança e autoestima. "Há profissionais que vão morrer sem se dar valor, pois têm dificuldade de parar de brigar consigo mesmo. Tão importante quanto comunicar-se, desenvolver estratégias e ações é saber quem será a pessoa que fará isso. A trajetória para o sucesso passa pelo quanto você acredita em você e naquilo que está investindo tempo e recursos", completa.

Empresas acontecem em CPFs
Arthur Bender é especialista em Estratégia e Branding com mais de 25 anos de mercado e experiência internacional e autor de best-sellers. Apontou, entre outras questões, o valor do posicionamento, marcas, comportamentos e propósito.

"Quando falamos em marca e posicionamento, falamos em pessoas. E, muitas vezes, pensamos as empresas e organizações em forma de CNPJs, mas elas acontecem em CPFs porque são as pessoas que ou levam a empresa para frente ou a sabotam", explica Bender. Ele destaca ainda que, do ponto de vista das carreiras, vivemos um momento mágico e de oportunidades - pelas ferramentas e meios - e ao mesmo tempo, extremamente perigosa em relação a reputação, pois todos estão muito expostos. "As pessoas acham bom ganhar visibilidade a qualquer custo e isso pode ser um grande tiro no pé, porque as empresas recrutam pelas redes sociais. Se não tem algo relevante, interessante ou bem pensado para dizer, não fale. Ficar em silêncio pode ser algo valioso numa época em que todos se expõem", afirma.

Já em relação às empresas, Bender comenta que a tecnologia deixa todo mundo igual, então as pessoas vão escolher seus produtos ou pela marca ou pela experiência. "Eu diria para as empresas avaliarem suas marcas e entenderem as percepções delas porque será a grande possibilidade de sobrevivência nos próximos anos."

 

 

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