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Entidades debatem comércio ilegal nas ruas lajeadenses

Sindilojas apresenta campanha de conscientização realizada em Bento Gonçalves


- Divulgação/Sindilojas

Lajeado - Entidades ligadas ao comércio se reúnem hoje, às 8h30min, no auditório da prefeitura para debater a presença de ambulantes ilegais. Será apresentada a campanha O reflexo da pirataria é o crime, desenvolvida pelo Sindilojas Regional Bento, lançada em março naquele município e que recebeu a chancela da Comissão de Combate à Informalidade da Fecomércio-RS. Ela será apresentada pelo presidente do sindicato de Bento Gonçalves, Daniel Amadio, para mostrar uma alternativa para a luta contra o comércio informal.

O presidente da Sindilojas Vale do Taquari, Francisco Weimer, destaca que a iniciativa foi bem sucedida na Serra e ajuda a esclarecer à população sobre as consequências de comprar produtos informais e dos prejuízos para a economia local. "Não basta a repressão. É necessário conscientizar as pessoas de que elas também são prejudicadas ao incentivar os produtos ilegais."

Weimer destaca que, diariamente, o sindicato recebe queixas de comerciantes que se sentem lesados pelo comércio irregular. "O problema não é contra os ambulantes que estão com tudo em dia na prefeitura, mas sim contra aqueles que vendem produtos de origem não comprovada. Eles precisam sair da informalidade", destaca.

O encontro é uma parceria entre o Sindicato do Comércio Varejista, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e a Associação Comercial e Industrial de Lajeado (ACIL) e é aberto para toda a comunidade. Os vereadores cancelaram a reunião das comissões, que ocorre tradicionalmente todas as quintas-feiras de manhã, para participar.

Prejuízo

Conforme o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre), a economia subterrânea e comércio ilegal, movimentou no ano passado cerca de R$ 1,17 trilhões no país e mais de R$ 76 bilhões no Rio Grande do Sul, o que equivale a uma perda anual de aproximadamente R$ 5,6 bilhões na arrecadação do Estado.

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