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Prefeitura faz novo alerta para famílias em área de risco no Santo Antônio

Casas correm risco de serem atingidas por deslizamento de terra

Créditos: Da redação
Defesa Civil e Sthas alertam moradores - divulgação

Lajeado - Uma equipe da prefeitura e da Defesa Civil voltou ao Bairro Santo Antônio, na manhã desta segunda-feira, para alertar novamente duas famílias que estão morando em uma área de risco. Depois do aviso na sexta-feira, para que as pessoas deixassem o local, o secretário do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sthas), Lorival Silveira; a procuradora da Sthas, Andreia Brisolara; o coordenador municipal da Defesa Civil, Heitor Hoppe; e coordenador regional da Defesa Civil com sede em Lajeado, tenente-coronel André Ricardo Pereira Silvério; voltaram a falar com as famílias para reforçar a necessidade de que saiam do local. Uma notificação formal foi feita ontem. Caso não saiam, a prefeitura deverá dar seguimento ao processo para então solicitar reintegração de posse dos terrenos.

Localizada entre os fundos do Residencial Novo Tempo I e a aldeia indígena do Bairro Santo Antônio, a área ocupada irregularmente pelas famílias pertence à prefeitura. São duas casas construídas no local, que agora encontra-se em área de risco iminente de deslizamento. As fortes chuvas da semana passada já provocaram um deslizamento. Laudo técnico de um geólogo da prefeitura confirmou a situação de risco iminente de deslizamento de terra.

Alternativa
Para que as pessoas deixem o local, a Sthas ofereceu repasse do aluguel social - até R$ 450 mensais por seis meses, podendo ser prorrogado em até duas vezes por igual período. Lorival Silveira destaca que será feito um comunicado ao Ministério Público para que tome ciência da situação. A Sthas já trabalha em um projeto de loteamento popular para as imediações da área invadida para as famílias nesta situação. Silveira demonstra preocupação com as invasões, que ocorrem em áreas do município, onde aproveitadores vendem lotes irregulares que nem mesmo são de sua propriedade. Nestes locais, famílias em situação de vulnerabilidade social constroem moradias precárias, com ligações clandestinas de energia e água. "É um grande risco para eles."

 

 

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