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Produção de alimentos garante crescimento no Vale do Taquari

Jornada da AlimentaAção, que ocorre na próxima semana, visa fomentar o segmento

Créditos: Mônica da Cruz
- Lidiane Mallmann

VALE DO TAQUARI | Considerado o Vale da Alimentação, a região formada por 36 municípios é exemplo quando se trata da produção alimentícia e de sua diversificação. Pensando em fortalecer ainda mais o setor e encontrar caminhos para um crescimento amplo e que traga benefícios para todo o setor, na próxima semana ocorre a III Jornada da AlimentaAção e o 18º Workshop em Alimentos.

Em um bate-papo ocorrido na manhã de quarta-feira, na sede de O Informativo do Vale, o empresário e coordenador da jornada, Gilberto Soares, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura de Lajeado, André Bücker, e a farmacêutica, bioquímica e também organizadora do evento, Tânia Gräff, se reuniram para debater o tema.

Os profissionais falaram sobre a programação e o futuro do evento, seu crescimento comparado à primeira edição e alternativas para colocar o Vale do Taquari no mapa do Brasil, quando se fala em produção alimentícia.

Conforme Tânia, uma das coordenadoras da Jornada da AlimentaAção, o Grupo Técnico de Alimentos (GTA), formado há mais de 20 anos com o objetivo de reunir conhecimento e estar por dentro das novidades da área industrial e empresarial, criou o 1º Workshop de Alimentos. "E assim foi por muitos anos, até que na 17ª edição, também surgiu a jornada, mas ela é voltada para micro e pequenas empresas", pontua.

A organizadora relata que no segundo ano o evento já foi de âmbito nacional e, agora, em sua terceira edição, terá a participação de mais de 30 expositores. Desses, 80% são empresas multinacionais. Tânia explica que a ideia é que os profissionais que participarem da jornada, tenham grandes possibilidades de buscar conhecimento e, principalmente, estabelecer relacionamento com outras marcas e empresas.

"Através da jornada e dessa rede de relacionamentos, que se cria com o evento, se consegue chegar mais facilmente a soluções, que antes poderiam ser inalcançáveis para os pequenos e micro empresários", salienta. Para Tânia, a feira, que é inovadora na região, traz muito conhecimento técnico, por meio de workshops e palestras, ofertando novas oportunidades de crescimento e expansão para as empresas.

Segundo o empresário e coordenador da Jornada da AlimentaAção, Gilberto Soares, a intenção do evento é de que haja um momento para compartilhar conhecimento e ideias, além de mostrar que há uma necessidade urgente de se investir em equipes técnicas.

Para Soares, a região, assim como Lajeado, precisa conseguir introduzir e espalhar conhecimento, inclusive entre as empresas. "Temos que pensar de uma maneira coordenada. As empresas vão ter que compartilhar conhecimento, pois só assim todas irão crescer ainda mais", destaca.

Conforme o coordenador, a jornada oferece uma imersão completa aos seus participantes. Além de proporcionar informações e momentos técnicos, que poderão ajudar as empresas a tomarem decisões essenciais para os próximos anos. Para ele, o perfil da jornada é para que as empresas e os profissionais deixem de ser reativos e passem a ser proativos, criando novidades.

 

Estrutura

O secretário André Bücker revela a importância do setor quando apresenta as 20 maiores empresas de Lajeado. As cinco primeiras são de alimentos e bebidas, com base nos impostos que geram. Além disso, segundo dados de 2017, 21,8% da mão de obra está ligada ao setor da alimentação.

Apesar desses dados, Bücker explica que é preciso considerar, também, o Vale do Taquari como um todo. "Temos que pensar em um crescimento conjunto. Tu sozinho é pequeno, mas se tu consegue passar esse conceito de conjunto e de união, todos crescem e podem se beneficiar", pondera.

Para o profissional, o município que conseguir investir em tecnologia, terá um valor agregado muito maior. Por isso, conforme Bücker, Lajeado está buscando, constantemente, inovação e tecnologia, seja por meio de empresas ou de pessoas.

Bücker destaca que um dos maiores desafios de eventos, como a Jornada da AlimentaAção, é fazer com que a população também se envolva. "Precisamos que esses eventos não sejam vistos apenas pelo setor interessado e envolvido, diretamente, mas que as pessoas entendam que Lajeado e o Vale têm eventos, têm oportunidade para aperfeiçoar e trazer novidades."


Uma jornada de oportunidades

Uma das coordenadoras da III Jornada da AlimentaAção, Tânia Gräff, comenta que a jornada tem vários eventos paralelos, como o Workshop em Alimentos, que terá palestras com temas bastante abrangentes e muito atualizados.

Segundo a farmacêutica e bióloga, as informações repassadas por profissionais técnicos e capacitados, podem dar suporte para as empresas no desenvolvimento de novos produtos, tendo como base três pilares fundamentais na produção de alimentos: qualidade, inovação e segurança alimentar.

Além dos workshops e palestras, a jornada oferece seminários específicos. Este ano haverá o Seminário do Leite, em que a maior parte dos palestrantes é do Ministério da Agricultura. Seminário "As oportunidades da cerveja artesanal", voltada para um público que tem crescido muito na região, os cervejeiros.

O Laboratório de Inovação é outra novidade, que será coordenada pela Tacta Food School. Tânia ressalta que este mesmo evento ocorreu em 2018, em São Paulo, e este ano acontece na Jornada. E, ainda, o Meeting Empresarial, com palestras para os empresários. "São vários eventos dentro de uma grande jornada, que trazem oportunidades de conhecimento, de trocas de experiência e integração entre os profissionais da área", enfatiza.

Tânia relata que todos os palestrantes e profissionais que participam do evento são da área técnica e, por isso, sabem o que o mercado está demandando. Sendo assim, eles buscam temas que sejam de relevância nacional e internacional e trazendo-os para a jornada, visando atingir os profissionais que não conseguiriam essas informações de outra forma.

 

Espaço para mentes inovadoras

De acordo com o secretário André Bücker, Lajeado tem se valido da parceria com a Universidade do Vale do Taquari (Univates) e, agora, através do Pro_Move, para buscar uma nova matriz econômica e, assim, chegar a alternativas que ajudem no crescimento e desenvolvimento do município e da região.

Para ele, a alternativa, já que o espaço físico de Lajeado é pequeno, é trazer mentes inovadoras. "Pessoas que pensem em inovação, para que possamos conseguir agregar valor naquilo que vamos produzir ou planejar para o futuro", ressalta.

Segundo Bücker, o desafio é fazer com que isso, especialmente, dentro do setor alimentício, seja potencializado, uma vez que Lajeado já tem 20% da mão de obra vinculada. Além disso, é preciso aproveitar iniciativas, como a Jornada da AlimetaAção, para que as informações, principalmente sobre o município e região, se expandam para o Brasil. "É muito importante que as pessoas não só da região e do estado, mas também do Brasil, passem a enxergar aqui como um local que investe em qualidade, tecnologia, em alimentos e práticas inovadoras."

 

Produção alimentar está na história

Conforme a presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Cíntia Agostini, a produção de alimentos está na história do Vale do Taquari e se reflete, diariamente, em sua construção e desenvolvimento. Ela explica que se olharmos atentamente para a produção, é possível perceber e afirmar que os municípios que compõem o Vale do Taquari produzem alimentos de diversas cadeias.

Segundo a presidente, o Vale produz 28% do frango do Rio Grande do Sul, 15% dos suínos do Estado e 8% do leite. "O setor da alimentação é o nosso setor com maior percentual. Isso faz com que, sim, a cadeia de alimentos seja a nossa principal cadeia, não se tratando apenas do produto, mas, também, de tudo que está vinculado a produção, desde o equipamento e a máquina agrícola, até uma embalagem do produto final", ressalta.

Cíntia destaca que a cadeia é bastante diversificada, não baseada exclusivamente em um produto. Por isso, as crises atingem mais fortemente regiões que têm monocultura ou focadas em uma única cadeia produtiva, diferente do Vale do Taquari. Ela explica que a medida que empresas e produtores passam a ter um problema em leites e derivados, por exemplo, ele até afeta os municípios, mas logo se dilui.

"Então, até agora, a nossa região tem se mantido mais distante das crises, em função dessa possibilidade, dessa potencialidade da diversidade econômica e da diversidade na cadeia de alimentos", salienta.

Para a presidente do Codevat, essa produção de alimentos atende de forma específica dentro do país e uma pequena parcela é exportada. Assim, conforme Cíntia, é possível ter um controle maior dos acontecimentos e gerar um deslocamento da produção a medida que for mais vantajoso ou, ainda, se houver uma crise no exterior, focar o atendimento no mercado interno e vice-versa.

A profissional salienta que existem grandes desafios na área e no setor alimentício. A principal, segundo ela, é passar da produção de commodities, os produtos que são conhecidos e têm muito do seu preço dado pela lógica da oferta e demanda, a produzir mercadorias diferenciadas. "Quando a gente olha frango, suíno e leite eles são commodities. Quando pensamos em cortes e produtos diferenciados, como os das nossas agroindústrias, é possível ter um avanço na perspectiva da produção de alimentos", explica.

 

Sustento que vem da produção diversificada

A sucessão familiar está presente na vida do casal de produtores Adriane Braun e Adriano Matias Eckel, de Linha Jacó, interior de Estrela. Com os pais doentes e visando auxiliá-los, Adriane e o marido se mudaram para a propriedade há nove anos e, com isso, deram início a uma nova fase em suas vidas.

O casal, que arrenda três hectares de um total de 12, tem criação de suínos e três hortas com uma variedade de produtos orgânicos. Entre eles, brócolis, todos os tipos de alface e repolho, beterraba, cenoura, cebola, rabanete, tempero verde (salsa e cebolinha) alho poró, entre outros. Uma diversificação que dá o tom da força do setor alimentício na região.

Conforme Adriane, tudo começou como uma maneira de desestressar. "Tínhamos apenas os suínos e estávamos cansados, sem nenhuma outra ocupação, que ajudasse a relaxar. Um dia, comecei uma horta por brincadeira e deu certo", relata.

A produtora conta que não havia o intuito de expandir a produção, mas com os pedidos insistentes de amigos e familiares, não foi possível negar. "Hoje a gente passa a semana com o dinheiro das verduras", salienta.

A família entrou em março de 2018, no Organismo de Controle Social (OCS) Orgânicos Estrela. Após um ano de transição, em abril, conseguiram o certificado de orgânicos pelo Ministério da Agricultura. Segundo o casal, o registro faz com que seja possível vender para o consumidor direto, em feiras de produtores e para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Eckel explica que as duas hortas menores são mais utilizadas no verão, já que nelas há um sistema de irrigação. A maior é utilizada até meados de outubro e depois recebe somente a plantação de aipim, que é colhida no verão.

Os produtores relatam que na segunda-feira, a colheita é entregue nas escolas de Estrela, através do Pnae; nas quartas as vendas próprias, organizadas com um grupo no WhatsApp; e nos sábados na feira de produtores do município.

 

Festas municipais também oportunizam crescimento

O setor alimentício é segmento econômico de maior relevância no município de Lajeado. Os principais produtos são cortes de aves, balas, pirulitos, doces, refrigerantes, sucos e águas. O segmento possui as maiores empresas do município (com base no valor adicionado fiscal) e na geração de empregos. São 126 empresas e 7.757 empregos gerados.

Em Anta Gorda, a produção também é diversificada. Há leite, suínos, frangos, erva-mate, nozes, citros e frutas. O setor agrícola, inclusive, representa mais de 60% da economia gerada no município. Conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da localidade, a cadeia leiteira é a que tem mais produtores envolvidos, totalizando 379 famílias que comercializam.

A produção alimentícia também é divulgada nas festas municipais. Dessa forma, os produtos são apresentado a diferentes pessoas, ultrapassando, muitas vezes, os limites territoriais entre os Vales do Taquari e Rio Pardo.

Estes eventos auxiliam no crescimento e desenvolvimento dos municípios, uma vez que geram possibilidade de comercialização de alimentos e um retorno financeiro para os produtores e as administrações municipais.

Entre as festas do Vale do Taquari é possível destacar: Femate, em Arvorezinha; Festleite, em Anta Gorda; TeutoFrango, em Teutônia; Suinofest, em Encantado; Leitãofest, em Putinga; Fecarpa, em Roca Sales; Festa da Polenta, em Boqueirão do Leão; Festa do Aipim, em Cruzeiro do Sul; Turismate, em Ilópolis; Festa da Polenta, em Boqueirão do Leão, Festa do Jaracatiá, em Arvorezinha; Festa do Pão, em Ilópolis; Festival do Churrasco, em Nova Bréscia; Festival do Chucrute, em Estrela; Festa Filó, em Doutor Ricardo e Festa da Noz Pecã, em Anta Gorda.

A Festleite tem como objetivo evidenciar os setores que geram desenvolvimento econômico e social, estimulando negócios para a cidade de Anta Gorda e região. Com espaço para empreendimentos, através da feira comercial, industrial, agropecuária e de serviços, o evento reúne diversos expositores.

Ao longo dos anos, tem demonstrado as potencialidades econômicas de Anta Gorda, passando a ser reconhecido também pela qualidade dos serviços, pela exposição do gado leiteiro, feira comercial e industrial e pelos simpósios da cadeia produtiva do leite. Em 2020, ocorre a 8ª edição do evento.

Criada em 1995, a Suinofest, realizada em Encantado, tem como propósito fomentar o consumo da carne suína e mostrar as potencialidades do município e região. No seis dias de evento, que ocorreu em junho desde ano, cerca de 32 mil pessoas passaram pelo Parque João Batista Marchese. Os negócios realizados durante a festa totalizaram R$ 4 milhões.

A Suinofest também contou com eventos técnicos, abordando temais fundamentais para diversas áreas, especialmente o agronegócio. O evento é realizado pela Associação Comercial e Industrial de Encantado (ACI-E), em parceria com a Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores, entidades locais e patrocinadores. Em 2020, ocorre a 19ª edição.

 

Jornada da AlimentaAção

A III Jornada da AlimentaAção ocorre na próxima semana, de 5 a 8 de agosto, no andar térreo do Weiand Hotel, em Lajeado. O evento é realizado pela Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), com a coordenação executiva do Grupo Técnico de Alimentos (GTA) e da Agea Marketing e Comunicação, e conta com o patrocínio de Saporiti, Solutaste, Mane, Univates, VittaQualy/Firmenich, Brenntag e Bring e Takasago.

Depois de registrar uma participação de 18 fornecedores em 2018, a exposição terá, neste ano, 31 empresas expositoras, desde marcas locais até representantes de multinacionais, na sua maioria da cidade de São Paulo.

Esta terceira edição, consolida, também, o Workshop em Alimentos, que chega ao 18º ano, e incrementa duas outras realizações, o II Meeting Empresarial e o I seminário do leite e derivados. O objetivo da Jornada da AlimentaAção é ampliar o conhecimento sobre o setor, aumentar a rede de relações entre empreendimentos e proporcionar bons negócios.

Com os espaços já comercializados, a feira apresentará produtores, distribuidores e vendedores de ingredientes, aromas e soluções. Além de energia solar, máquinas e equipamentos, saúde ambiental e controle de pragas, bem como a presença de consultores e outros prestadores de serviço.

O evento terá, ainda, 13 painéis, que ocorrem nos dias seis e sete de agosto, que irão abordar, entre outros temas, inovação, tendências e realidade da indústria de alimentos, ingredientes, conservação e segurança, saudabilidade e legislação. A grade de palestrantes conta com profissionais de empresas como GNT, Bremil, Duas Rodas, Cramer e Doremus, além de representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e da mUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM).

As inscrições estão abertas no site www.jornadaalimentaacao.com.br. O valor do investimento varia entre R$ 80 e R$ 210, com desconto de 20% para os integrantes do Grupo Técnico de Alimentos (GTA).

 

 

Programação da III Jornada da AlimentaAção:

5/8 - Salão Ametista:
19h às 20h: Abertura
20h às 21h: Palestra "Fabricando o futuro" - César Couto Ferreira, empresário português e CEO da Fábrica do Futuro
21h: Coquetel

6/8 - Salão Ametista: "XVIII Workshop em Alimentos":
8h às 8h30min: Abertura
8h30min às 9h20min: "O paradoxo da inovação" - Fernando de Jesus, da empresa Duas Rodas
9h20min às 10h: "Agricultura 4000 a.C. até a indústria 4.0" - Glaucia Sousa, da empresa Firmenich
10h às 10h30min: Coffee break e visita à exposição
10h30min às 11h10min: "Clean labeling: uma tendência para a indústria de alimentos" - Maria Fernanda Oliveira, da empresa Nexira
11h10min às 12h: "Proteínas alternativas" - Fernanda de Paula, da empresa Bremil/IFF
12h às 13h30min: Intervalo para almoço
13h30min às 14h30min: "Cores naturais para alimentos: ingredientes que atraem e satisfazem os consumidores" - Mário Slikta, da empresa GNT
14h30min às 15h: Coffee break e visita à exposição
15h às 16h: "Redução de açúcar: tendência ou realidade" - Andrea Schwartz, da empresa Cramer
16h às 17h: "Micro-organismos na cadeia produtora de alimentos" - Letícia Dalberto
17h às 18h: Visita à exposição

7/8 - Salão Ametista:
8h às 9h15min: "Inovações na segurança de alimentos" - Eduardo Cesar Tondo, da empresa ICTA/Ufrgs
9h15min às 10h: "Sensorialidade & Saudabilidade: protagonismo dos alimentos" - Neila Richards, representante da Universidade Federal de Santa Maria
10h às 10h30min: Coffee break e visita à exposição
10h30min às 11h10min: "Flavor innovation: o claim natural em ascensão" - Vinicius Silva, da empresa Robertet
11h10min às 12h: "Ingredientes funcionais" - Beatriz Fernandes, da empresa SweetMix
12h às 13h30min: Intervalo para almoço
13h30min às 14h30min: "Conservação e segurança de alimentos com uso de ingredientes sintéticos e naturais" - Felipe Guerreiro, da empresa Kemin
14h30min às 15h30min: "Entendendo as novas legislações de suplementos alimentares" - Elisangela Gonçalves, da empresa Doremus
15h30min às 16h30min: "Fatores que facilitam a implementação da FSSC 22000" - Mirian Hermann, da empresa Alta Consultoria
16h30min às 18h: Coffee break e Visita à exposição

7/8 - Salão Ágata: Seminário "As oportunidades da cerveja artesanal":
13h30min às 14h45min: "A cerveja artesanal na visão do mercado e do empresário" - Francine Danigno, do Sebrae, e Diego Gomes, presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais do RS
14h45min às 15h45min: "Irmãos Ferraro - Da panela à fábrica" - Rodrigo Ferraro, sócio da microcervejaria Irmãos Ferraro (POA)
15h45min às 16h15min: Coffee break
16h15min às 17h15min: "A importância do conhecimento técnico cervejeiro e seu impacto no dia a dia das cervejarias e bares" - Edu Pelizzon, Sommelier de Cervejas, técnico cervejeiro e mestre em Estilos, pelo Instituto da Cerveja.
17h15min às 18h15min: Degustação Orientada* - Edu Pelizzon
*Inscrições e fichas em separado

8/8 - Salão Ametista: "Seminário do leite e derivados":
8h às 8h45min: "Leite: alimento essencial" - Neila Richards, representante da UFSM
8h45min às 9h30min: "Principais fatores que influenciam no rendimento de queijos" - Felipe Araújo, das empresas LC Bolonha e CHR Hansen
9h30min às 10h: Milk break e visita à exposição
10h às 11h: "Programas de autocontroles em estabelecimentos de leite e derivados" - Milene Cristina Cé, da empresa Mapa
11h às 12h: "Rastreabilidade digital: transparência para a cadeia de alimentos e bebidas" - Katherine de Matos, da SIG Combibloc do Brasil
12h às 13h30min: Intervalo para almoço
13h30min às 14h15min: "Leite, derivados e alternativas: tendências globais e oportunidades locais" - Marina Ferreira, da Mintel
14h15min às 15h30min: "Novas regulamentações sobre qualidade do leite: Instruções Normativas nº 76 e 77/2018" - Milene Cristina Cé, da Mapa
15h30min às 16h30min: "Sanitização em laticínios: avanços e perspectivas no controle de biofilmes" - Marcelo Bonnet, da Embrapa
16h30min às 18h: Milk break e visita à exposição

8/8 - Sala Topázio: "Laboratório da Inovação":
9h às 16h: "Aprender na prática a usar os elementos do Design Thinking no desenvolvimento de novos produtos" - Cristina Leonhardt, da Tacta Food School

8/8 - Sala Ágata: "Meeting Empresarial":
8h às 9h: "Cenários e perspectivas para a Economia" - André Nunes de Nunes, economista chefe da Fiergs
9h às 9h40min: "Oportunidades de Internacionalização para o Setor de Alimentos do RS" - Marina Finestrali, da Fiergs
9h40min às 10h: Debate entre economistas - Mediador Valmor Mantelli Jr., economista e gestor de projetos do Sebrae/RS
10h às 10h30min: Coffee break e visita à exposição
10h30min às 12h: "Eficiência energética e redução de custos e energia na indústria de alimentos" - Marcio Galon de Andrade, da Elnix Energy
12h às 13h30min: Intervalo para almoço
13h30min às 14h: "Tecnologias e inovações para a indústria da alimentação" - Simone Stülp, da Tecnovates
14h às 15h30min: "Desafios e tendências da indústria de alimentos" - Lisiane Machado Rodrigues, do Senai
15h30min às 17h: "O comportamento do novo consumidor de alimentos e bebidas" - Roger Klafke, do Sebrae
17h às 18h: Coffee break e visita à exposição

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