Internacional

EUA lança 59 mísseis contra a base militar da Síria

Pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram


- divulgação

Síria - Os Estados Unidos lançou 59 mísseis contra a base militar do governo da Síria, na noite desta quinta-feira (6). Pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram; outros sete ficaram feridos. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat.

 

O ataque também causou uma grande destruição nas casas desses povoados da província de Homs. Em Shayrat caíram dois mísseis Tomahawk que provocaram a morte de cinco civis, entre eles três crianças, enquanto em Al Hamrat morreram outras quatro pessoas, entre eles um menor, pelo impacto de um míssil. O ataque também causou uma grande destruição nas casas desses povoados da província de Homs. Em Shayrat caíram dois mísseis Tomahawk que provocaram a morte de cinco civis, entre eles três crianças, enquanto em Al Hamrat morreram outras quatro pessoas, entre eles um menor, pelo impacto de um míssil, segundo a agência.


A Rússia repudiou o ataque fortemente, enquanto a França, a Alemanha e Israel apoiaram.

 

O presidente norte-americano, Donald Trump, explicou que a ação foi uma resposta ao ataque químico lançado no começo da semana pelo Exército sírio, comandado pelo presidente Bashar Al Assad.

 

O presidente russo, Vladmir Putin, disse que o lançamento dos mísseis agrediu um Estado soberano e isso representa "um golpe nas relações da Rússia com os Estados Unidos".

 

O Kremlin reforçou que os EUA terão consequências negativas porque violaram normas do direito internacional; o país já pediu pediu uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

A França e Alemanha afirmaram que o presidente sírio, Bashar Al Assad, tem plena responsabilidade pelos ataques dos EUA à base militar do governo sírio.

 

Outros países que apoiaram o ataque, foram: o Japão, a Turquia, o Reino Unido e a Arábia Saudita. A China e o Irã não apoiam a medida norte-americana.


Na noite dessa quinta-feira (6), Donald Trump fez um pronunciamento, após o anúncio do ataque, e conclamou os países que se unam aos Estados Unidos para lutar.

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