Política

Boca de urna persiste em era das redes sociais

Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes


- Tânia Rêgo/Agência Brasil/divulgação

Na nona eleição presidencial após a redemocratização, em plena era da comunicação instantânea por celulares, por meio das redes sociais, a campanha de boca de urna é intensa no dia da votação. A prática é ilegal. Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes desse tipo de crime eleitoral.

Pelos dados do ministério, foram registradas 247 ocorrências de propaganda eleitoral irregular e 51 casos de distribuição de material irregular de campanha. No total, 523 cabos eleitorais chegaram a ser detidos por causa desses crimes e de outros flagrantes.

O assédio aos eleitores e a propaganda política próximos aos locais de votação são proibidos pela Justiça Eleitoral (Art. 81 da Resolução nº 23.551/2017).

No entanto, a prática é muito comum para tentar obter o voto de eleitores indecisos ou desinformados sobre os candidatos.

Comentários

VEJA TAMBÉM...