Política

Comissão de Defesa do Consumidor ouve representante da RGE

Consumidores insatisfeitos com a demora no restabelecimento de energia elétrica, após os temporais que atingiram o Estado no último mês, procuraram o órgão para que fossem tomadas providências junto às companhias

Créditos: Assessoria de Imprensa - Gabiente do deputado Enio Bacci (PDT)
- Evelyn Berndt/Assessoria de Imprensa Enio Bacci/divulgação

Rio Grande do Sul - Presidida pelo deputado Enio Bacci (PDT), a Comissão de Defesa do Consumidor e Participação Legislativa Popular, recebeu, nesta quarta-feira (08), o gerente de Serviços de Rede Leste da Rio Grande Energia (RGE e RGE Sul), Ricardo Dalan. A convite da Comissão, Dalan ocupou o período de assuntos gerais para dar explicações referentes às reclamações recebidas pela Comissão.

Consumidores insatisfeitos com a demora no restabelecimento de energia elétrica, após os temporais que atingiram o Estado no último mês, procuraram o órgão para que fossem tomadas providências junto às companhias.

Bacci indagou se há um mapeamento sobre as regiões com mais riscos de haver temporal, se há um planejamento nesse sentido, outra questão levantada pelo parlamentar diz respeito a colocação de postes em propriedades rurais, o que muitas vezes acaba determinando ações judiciais e gastos, o que poderia influenciar nas tarifas.

"É essencial que haja um mapeamento dos pontos mais críticos, para que o restabelecimento seja rápido. Outra preocupação são as ações judiciais que estão acontecendo, principalmente no interior, por antenas e postes em áreas particulares", destacou o parlamentar.

Dalan respondeu que há uma estratégia com profissionais capacitados que monitoram para agilizar imediatamente o início do reparo. "Infelizmente, não há como se antecipar aos fenômenos naturais, os reparos e investimentos para que a rede suporte mais estão sendo feitos. Nesse ano as duas companhias chegarão ao investimento de R$ 700 milhões e ocorrerão a troca de 40 mil postes de madeira. As situações que julgamos prioridades dizem respeito a hospitais, fornecimento de água e situações de risco de vida, todos os demais têm a mesma atenção, a partir das demandas que chegam", afirmou.

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