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Reunião do conselho trata sobre filhos de apenados

Iniciativa objetiva a prevenção para que as crianças e jovens não se insiram em situações de criminalidade

Créditos: Caroline Garske
Membros do Conselho da Comunidade se reuniram na manhã desta sexta-feira, no Fórum de Lajeado

LAJEADO | A educação e prevenção para crianças e jovens filhos de detentos foi a pauta principal da reunião deste mês do Conselho da Comunidade para Assistência aos Apenados do Presídio Estadual de Lajeado. O encontro ocorreu na manhã desta sexta-feira, no Fórum da Comarca de Lajeado e contou com a presença do titular da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Paulo Locatelli.
A presidente do Conselho da Comunidade de Execução Penal de Arroio do Meio, Márcia Lorenzon, foi convidada a participar do encontro para falar das ações que já ocorrem no município e que também são voltadas à prevenção. Junto dela, a assistente social do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Leopoldina Assunção, também falou sobre os diversos programas desenvolvidos em Arroio do Meio. 
Em Lajeado, a ideia é retomar a prática do Primeira Infância Melhor (PIM), que também atende os filhos dos apenados. No entanto, a iniciativa depende do apoio de setores da prefeitura, como das secretarias de Saúde e de Assistência Social.
Exemplo de Arroio do Meio

As convidadas de Arroio do Meio falaram sobre o exemplo positivo do município na adesão de políticas públicas de prevenção à violência. "Chegamos à conclusão de que era importante trabalhar, não só com o público que está em liberdade privada, mas trabalhar também com os que estão fora, que são as famílias destes presos que são do território de Arroio do Meio", ressalta a presidente do Conselho de Arroio do Meio, Márcia Lorenzon.
No município, os servidores do Cras mapearam, cadastraram e buscaram as famílias. "Hoje, temos o programa do Jovem Aprendiz para estes adolescentes, no qual é feita capacitação de meninos e meninas. Buscamos eles, levamos para o Cras e preparamos para o mercado de trabalho", conta a assistente social Leopoldina Assunção. "Queremos mostrar outra realidade e que há outras possibilidades", complementa.

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